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		<title>A Gotinha</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 00:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alquimia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Imaginação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma gotinha de água ouviu falar de um imenso Deus. Devido à imensidão do que lhe disseram, a gotinha resolveu adorá-Lo, e descobriu o caminho para encontrá-Lo. Prostrou-se diante do Sol, pois sabia que esse era o primeiro passo da sua busca. Ela também sabia que isso custaria sua vida, mas tendo ouvido da grandeza [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=22&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma gotinha de água ouviu falar de um imenso Deus. Devido à imensidão do que lhe disseram, a gotinha resolveu adorá-Lo, e descobriu o caminho para encontrá-Lo.</p>
<p>Prostrou-se diante do Sol, pois sabia que esse era o primeiro passo da sua busca. Ela também sabia que isso custaria sua vida, mas tendo ouvido da grandeza daquele grande Deus, enfrentou seu medo. O calor do Sol a fez evaporar: esta foi sua primeira morte. Solve. <em>Espiritualizar a Matéria</em>. [Ignis. Aer.]</p>
<p>O frio da superfície da atmosfera terrestre a fez novamente condensar-se; renasceu. Coagula. <em>Materializar o Espírito</em>. [Aqua. Terra.]</p>
<p>Extasiada, perdida em adoração pela Beleza dos Céus, caiu no Oceano, perdendo-se: Esta foi sua segunda morte: morreu como a pequena gotinha que era, e ganhou as dimensões e o poder do seu Grande Deus, O Oceano. Solve et Coagula.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=22&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Violinista</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 23:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[Magick]]></category>

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		<description><![CDATA[A VIOLINISTA (THE VIOLINIST) (publicado no Equinox IV, 1) A sala estava nublada com um diabólico incenso: açafrão, opoponax, galbanum, almíscar, e mirra, a pureza do último ingrediente uma maldição de blasfêmia, um escárnio final; tal deboche poderia insultar um Raphael ao colocá-lo numa sala devotada àquele deboche. A garota era baixa, e delicadamente construída, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=21&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>A VIOLINISTA </strong></p>
<p align="center">(<em>THE VIOLINIST</em>)</p>
<p align="center">(publicado no Equinox IV, 1)</p>
<p>A sala estava nublada com um diabólico incenso: açafrão, opoponax, galbanum, almíscar, e mirra, a pureza do último ingrediente uma maldição de blasfêmia, um escárnio final; tal deboche poderia insultar um Raphael ao colocá-lo numa sala devotada àquele deboche.<br />
A garota era baixa, e delicadamente construída, um tipo de flexível caçadora. Seu vestido, justo, era de uma seda dourado-castanha que combinava, mas não poderia competir, com os cachos que atavam sua fronte &#8212; brilhantes e assobiantes como cobras.<br />
Seu rosto era Grego em delicadeza; mas o que dizer sobre aquela boca, nele? A boca de um sátiro ou de um demônio. Ela era cheia e forte, duplamente curvada, seus cantos altos, de um púrpura colérico, com lábios insípidos. Seu sorriso era como o ranger de dentes de uma fera selvagem.<br />
Ela ficou de pé, violino à mão, diante da parede. Do outro lado estava uma grande tabela de mosaico; muitos quadrados e muitas cores. Nos quadrados haviam letras numa língua desconhecida.<br />
Ela começou a tocar, seus olhos cinzentos se fixaram em um quadrado cujo centro estava esta letra, N*. Ele era preto sobre branco; e os quatro lados do quadrado eram azul, amarelo, vermelho e preto.<br />
Ela começou a tocar. A ária era leve, doce, suave e lenta. Parecera que ela ouvia não à ela própria tocando, mas à algum outro som. Seu arco se tornou mais rápido; a ária progrediu áspera e selvagem, irritada; acelerou mais adiante até uma velocidade que se assemelhava à chamas consumindo um fardo de feno; se suavizou novamente até uma lamentação.<br />
Cada vez que ela mudava a alma da música parecia como se estivesse exausta: como se ela estivesse tentando soar uma frase particular, e sempre se sentisse confusa no último instante. Nem havia luz alguma em seus olhos. Havia intenção, havia cansaço, havia paciência, havia agilidade. E a sala estava estranhamente silente, pouco simpática em relação ao seu humor. Ela era a coisa mais turva no meio daquela luz cinzenta. Ela ainda aqueceu. Ela continuou mais tensa, sua boca se apertou, uma feia pressão. Seus olhos brilharam com &#8212; o que é o ódio? A alma da música era agora angustiante, implorante, desesperadora &#8212; até chegando à algo inatingível.<br />
Ela se sufocou, num choro compulsivo. Ela parou de tocar; ela mordeu seus lábios, e uma gota de sangue mantinha-se neles, deixando seu rubro contra seu inflamado púrpura, como pôr-do-sol e tempestade. Ela os pressionou contra o quadrado, e uma mancha tingiu o branco. Seu coração se apertou; pois alguma estranha dor a rasgou.<br />
Em cima estava seu violino, e seu arco o cruzava. Pode ter sido como as espadas de dois habilidosos esgrimistas, ambos cegados pelo ódio mortal. Pode ter sido como os corpos de dois habilidosos amantes, cegados pelo amor imortal.<br />
Ela rasgou vida e morte em suas cordas. Acima, acima pairava a fênix de sua música; passo a passo na dourada escalante-ladeira de sua ária ela escalava a cidadela de seu Desejo. O sangue escorreu e inflamou sua face embaixo de seu suor. Seus olhos estavam injetados com sangue.<br />
A música se ergueu, culminou &#8212; ultrapassou as barreiras, chegou à sua frase.<br />
Ela parou; mas a música continuou. Uma névoa se acumulou sobre o grande quadrado, ameaçador e repugnante. Havia um despedaçador som agudo sobre a melodia.<br />
Diante dela, com as mãos sobre suas coxas, estava um garoto. Dourados eram seus cabelos e vermelhos seus jovens lábios, azuis seus olhos. Mas seu corpo era etéreo como uma película de orvalho sobre o vidro, ou enferrujado como uma graciosa vestimenta; e tudo foi terrivelmente tingido de preto.<br />
&#8220;Meu Remenu!&#8221; ela disse. &#8220;Há quanto tempo!&#8221;<br />
Ele sussurrou em seu ouvido.<br />
A luz atrás dela flutuou e se foi.<br />
O espírito colocou seu violino e seu arco sobre o chão.<br />
A música se foi &#8212; uma desejosa, quente melodia como loucas águias em mortal luta com os bodes da montanha, como serpentes pegas em caçadas selvagens, como escorpiões atormentados por garotas Árabes.<br />
E no escuro ela chorou e gritou em uníssono. Ela não havia esperado por isso: ela havia sonhado com o amor mais apaixonado, com o desejo mais fantasticamente-ardente, que o simples mortal.<br />
E isto?<br />
Esta real perda da verdadeira castidade? Esta degradação, não do corpo, mas da alma! Esta branca e quente, envolvente chama &#8212; fria como o gelo sobre seu coração? Este torto raio que ela despedaçou? Esta tarântula de lodo que espalhou-se acima de sua espinha?<br />
Ela sentiu o sangue correndo sobre seus seios, e sua espuma em sua boca.<br />
Então subitamente as luzes se acenderam ela se achou sustentada &#8212; revirada &#8212; com sua cabeça caída sobre seu braço.<br />
Novamente, ele sussurrou em seu ouvido.<br />
Em sua mão esquerda estava uma pequena caixa de ébano, com uma pasta escura dentro. Ele esfregou um pouco em seus lábios.<br />
E uma terceira vez, ele sussurrou em seu ouvido.<br />
Com o sorriso de um anjo, salvo pela sutileza &#8212; ele se foi até a tabela.<br />
Ela se virou, assoprou o fogo, que se iniciou amigavelmente, e se atirou na poltrona. Com preguiça ela tocou, desafinadamente, antiquadas e simples melodias.<br />
A porta se abriu.<br />
Um alegre rapaz entrou e sacudiu a neve de seu casaco.<br />
&#8220;Tem estado muito entediada, garotinha?&#8221;<br />
&#8220;Não, querido!&#8221; ela respondeu. &#8220;Estava tocando um pouco.&#8221;<br />
&#8220;Me dê um beijo, Lily!&#8221;<br />
Ele se curvou e juntou seus lábios aos dela; então, como que se fulminado por um raio, estendeu-se, um cadáver.<br />
Ela encarou com desânimo através dos olhos entreabertos com aquele seu sorriso que era uma confusão.</p>
<p align="right"><strong>FRANCIS BENDICK. </strong></p>
<p align="right">(Aleister Crowley)</p>
<p>* a letra é um Drux enochiano.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/21/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/21/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=21&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cartões-Postais para Probacionistas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 23:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Magick]]></category>

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		<description><![CDATA[CARTÕES POSTAIS PARA PROBACIONISTAS TEOREMAS I. O mundo progride por virtude da aparição de Cristos (gênios). II. Cristos (gênios) são homens com supra-consciência da mais alta ordem. III. Supra-consciência da mais alta ordem pode ser obtida através de métodos conhecidos. Então, ao empregarmos a quintessência de métodos conhecidos, fazemos com que o mundo progrida. PRINCÍPIOS [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=18&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>CARTÕES POSTAIS PARA PROBACIONISTAS</strong></p>
<p><strong>TEOREMAS</strong></p>
<p><strong>I</strong>. O mundo progride por virtude da aparição de Cristos (gênios).<br />
<strong>II</strong>. Cristos (gênios) são homens com supra-consciência da mais alta ordem.<br />
<strong>III</strong>. Supra-consciência da mais alta ordem pode ser obtida através de métodos conhecidos.<br />
Então, ao empregarmos a quintessência de métodos conhecidos, fazemos com que o mundo progrida.</p>
<p><strong>PRINCÍPIOS DO MÉTODO</strong></p>
<p><strong>I</strong>. Teologia é imaterial; pois tanto Buda quando Santo Inácio foram Cristos.<br />
<strong>II</strong>. Moralidade é imaterial; pois tanto Sócrates quanto Mohammed foram Cristos.<br />
<strong>III</strong>. Supra-consciência é um fenômeno natural; suas condições devem então ser buscadas mais nos atos do que nas palavras daqueles que a alcançaram.<br />
Os atos essênciais são retiro e concentração &#8212; como ensinado pela Yôga e pela Magia Cerimonial.</p>
<p><strong>ERROS DOS MÍSTICOS</strong></p>
<p><strong>I</strong>. Desde que a verdade é supra-racional, ela é incomunicável na linguagem da razão.<br />
<strong>II</strong>. Ainda que todos místicos tenham escrito coisas absurdas, tampouco o que de sensato escrevem é verdadeiro.<br />
<strong>III</strong>. Ainda, assim como um lago mostra um reflexo do sol mais verdadeiro do que uma torrente, aquele de quem a mente é melhor equilibrada irá, se tornar-se um místico, ser o melhor místico.</p>
<p><strong>O MÉTODO DO EQUILÍBRIO</strong></p>
<p><strong>I</strong>. AS PAIXÕES, ETC.</p>
<p><strong>I</strong>. Desde que a verdade ultimal da teleologia é desconhecida, todos os códigos de moralidade são arbitrários.<br />
<strong>II</strong>. Então o estudante nada tem concercente à ética e tais.<br />
<strong>III</strong>. Ele consequentemente é livre para &#8216;executar o seu dever naquela situação de vida na qual ele fez com que Deus o chamasse.&#8217;</p>
<p><strong>II</strong>. A RAZÃO</p>
<p><strong>I</strong>. Desde que a verdade é supra-racional, qualquer declaração racional é falsa.<br />
<strong>II</strong>. Que o estudante então contradiga cada proposição que se apresenta diante dele.<br />
<strong>III</strong>. Idéias racionais sendo assim retiradas da mente, há espaço para a apreensão da verdade espiritual.<br />
Deve ser relembrado que isso não destrói a validade das razões em relação ao seu próprio plano.</p>
<p><strong>III</strong>. O SENSÓRIO ESPIRITUAL</p>
<p><strong>I</strong>. O homem sendo um ser finito, é incapaz de apreender o infinito. Nem mesmo sua comunhão com este ser infinito (real ou não) mudará este fato.<br />
<strong>II</strong>. Então que o estudante contradiga cada visão e se negue a jogar com ela; primeiro, porque decerto há uma outra visão possível de natureza exatamente contraditória àquela; segundo, porque apesar de que ele é Deus, ele é também um homem em cima de um planeta insignificante.<br />
Sendo assim equilibrado lateralmente e verticalmente, pode ser que, ou por afirmação ou por negação de todas estas coisas juntas, ele possa atingir o supremo transe.</p>
<p><strong>IV</strong>. O RESULTADO</p>
<p><strong>I</strong>. Transe é definido como o ek-stasis de algum particular intervalo cerebral, causado por meditação na idéia correspondente à ele.<br />
<strong>II</strong>. Que o estudante então se atente para a idéia de não ter sequer um traço de imperfeição. Ele deve ser puro, equilibrado, calmo, completo, empenhado de todas as formas para dominar a mente, como ele quer. Assim como na escolha de um rei a ser coroado.<br />
<strong>III</strong>. Então serão os decretos deste rei justos e sábios se ele era justo e sábio antes de ser feito rei.<br />
A vida e obra do místico refletirá (ainda que sutilmente) a suprema força guiadora do místico, o mais alto transe o qual ele já atingiu.</p>
<p><strong>YÔGA E MAGIA</strong></p>
<p><strong>I</strong>. Yôga é a arte de unir a mente à uma única idéia. Ela tem quatro Métodos.</p>
<p>Gnana-Yôga. &#8211; União pelo Conhecimento.<br />
Raja-Yôga. &#8211; União pela Vontade.<br />
Bhakta-Yôga. &#8211; União pelo Amor.<br />
Hatha-Yôga. &#8211; União pela Coragem.<br />
mais<br />
Karma-Yôga. &#8211; União pelo Trabalho.<br />
Mantra-Yôga. &#8211; União pela Fala.</p>
<p>Estes são unidos pelo supremo método do Silêncio.</p>
<p><strong>II</strong>. Magia Cerimonial é a arte de unir a mente à uma única idéia. Ela tem quatro Métodos.</p>
<p>A Santa Cabala. &#8211; União pelo Conhecimento.<br />
A Sagrada Magia. &#8211; União pela Vontade.<br />
Os Atos de Adoração. &#8211; União pelo Amor.<br />
As Ordálias. &#8211; União pela Coragem.<br />
mais<br />
As Invocações. &#8211; União pela Fala.<br />
Os Atos de Serviço. &#8211; União pelo Trabalho.</p>
<p>Estes são unidos pelo supremo método do Silêncio.</p>
<p><strong>III</strong>. Se esta idéia for outra que não a Suprema e Perfeita idéia, e o estudante perder o controle, o resultado é insanidade, obsessão, fanatismo, ou paralisia e morte (ou vício em bisbilhotice e inutilidade incurável), de acordo com a natureza da falha.<br />
Que então o Estudante entenda todas estas coisas e as combine com sua Arte, unindo-as pelo supremo método do Silêncio.</p>
<p align="right"><strong>ALEISTER CROWLEY</strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=18&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>highway chile &#8211; don&#8217;t let NO ONE stop you :D</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2007 20:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Altera (&c)]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprendendo a Escrever num blog. Vai um Jimi !!! YEAH :D Highway Chile Yeah, his guitar slung across his back His dusty boots is his cadillac Flamin hair just a blowin in the wind Aint seen a bed in so long its a sin He left home when he was seventeen The rest of the [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=16&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendendo a Escrever num blog. Vai um Jimi !!! YEAH :D</p>
<p><strong>Highway Chile</strong></p>
<p>Yeah, his guitar slung across his back<br />
His dusty boots is his cadillac<br />
Flamin hair just a blowin in the wind<br />
Aint seen a bed in so long its a sin<br />
He left home when he was seventeen<br />
The rest of the world he had longed to see<br />
But everybody knows the boss<br />
A rolling stone who gathers no moss</p>
<p>But youd probably call him a tramp<br />
But it goes a little deeper than that<br />
Hes a highway chile, yeah</p>
<p>Now some people say he had a girl back home<br />
Who messed around and did him pretty wrong<br />
They tell me it kinda hurt him bad<br />
Kinda made him feel pretty sad<br />
I couldnt say what went through his mind<br />
Anyway, he left the world behind<br />
But everybody knows the same old story,<br />
In love and war you cant lose in glory</p>
<p>Now youd probably call him a tramp<br />
But I know it goes a little deeper than that<br />
Hes a highway chile</p>
<p>Walk on brother, yeah<br />
One more brother</p>
<p>His old guitar slung across his back<br />
His dusty boots is his cadillac<br />
Flamin hair just a blowin in the wind<br />
Aint seen a bed in so long its a sin</p>
<p>Now you may call him a tramp<br />
But I know it goes a little deeper than that<br />
Hes a highway chile</p>
<p>Walk on brother<br />
Dont let no one stop you<br />
Highway chile<br />
Yeah yeah yeah<br />
Highway chile<br />
Go on down the highway<br />
Highway chile<br />
Yeah yeah yeah<br />
Highway chile</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/16/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/16/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=16&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">rahoor</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Skavan &#8211; O Solucionador de Problemas</title>
		<link>http://deusmenino.wordpress.com/2007/08/13/skavan/</link>
		<comments>http://deusmenino.wordpress.com/2007/08/13/skavan/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 04:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Magick]]></category>

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		<description><![CDATA[Skavan é um gênio criado por magistas norte-americanos. Sua principal habilidade é resolver problemas, sejam eles grandes ou quotidianos (se como um familiar). O Magista que desejar poderá entrar em contato com o espírito por meio da sua Arte usando o Sigilo dele, que se segue abaixo: (selo de SKAVAN) Mais informações sobre o gênio, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=14&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Skavan </strong>é um gênio criado por magistas norte-americanos. Sua principal habilidade é resolver problemas, sejam eles grandes ou quotidianos (se como um familiar). O Magista que desejar poderá entrar em contato com o espírito por meio da sua Arte usando o Sigilo dele, que se segue abaixo:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://deusmenino.files.wordpress.com/2007/08/skavan.jpeg?w=500" alt="skavan.jpeg" /></p>
<p style="text-align:center;">(selo de <strong>SKAVAN</strong>)</p>
<p style="text-align:center;" align="center"> Mais informações sobre o gênio, assim como relatos dos feitos deles por outros magistas podem ser encontrados (em inglês) nos seguintes endereços:</p>
<p style="text-align:center;" align="center"><a href="http://www.occultforums.com/showthread.php?t=8493" title="Skavan - Occult Forums" target="_blank">http://www.occultforums.com/showthread.php?t=8493</a></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><a href="http://www.occultcorpus.com/forum/showthread.php?t=223" title="Skavan Update - Occult Corpus" target="_blank">http://www.occultcorpus.com/forum/showthread.php?t=223</a></p>
<p style="text-align:center;" align="center">&nbsp;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=14&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

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			<media:title type="html">skavan.jpeg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Jimi Hendrix &#8211; Bold As Love</title>
		<link>http://deusmenino.wordpress.com/2007/08/11/jimi-hendrix-bold-as-love/</link>
		<comments>http://deusmenino.wordpress.com/2007/08/11/jimi-hendrix-bold-as-love/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 17:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=13&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://deusmenino.wordpress.com/2007/08/11/jimi-hendrix-bold-as-love/"><img src="http://img.youtube.com/vi/oim0B1RqMmQ/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/13/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/13/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/13/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=13&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A Tesouraria de Imagens [Libra]</title>
		<link>http://deusmenino.wordpress.com/2007/07/20/a-tesouraria-das-imagens-libra/</link>
		<comments>http://deusmenino.wordpress.com/2007/07/20/a-tesouraria-das-imagens-libra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 18:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Magick]]></category>

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		<description><![CDATA[LIBRA O Capítulo conhecido como A Duodécupla Gratificação de Deus e da sua Unidade Eu adoro a Ti pelas Doze Gratificações e pela sua Unidade. 1. Ó Tu Ménade trajada de verde em parto, que sustenta sob Tua pesada cinta a safra de Teus beijos; liberta-me da escuridão do Teu útero, de modo que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=8&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>LIBRA O Capítulo conhecido como<br />
A Duodécupla Gratificação de Deus<br />
e da sua Unidade</strong></p>
<p align="left">Eu<br />
adoro<br />
a Ti pelas<br />
Doze Gratificações<br />
e pela sua Unidade.</p>
<p align="left">1. Ó Tu Ménade trajada de verde em parto, que sustenta sob Tua pesada cinta a safra de Teus beijos; liberta-me da escuridão do Teu útero, de modo que eu possa jogar fora meus embrulhos infantís e saltar em frente como um equipado guerreiro em aço.</p>
<p>2. Ó Tu cobra de nebuloso semblante, de quem o cabelo trançado é como uma lanosa aurora de donzelas desfalecidas; caça-me como um feroz javali pelos céus, para que assim Tua lança possa ferir os céus azuis em vermelho com o sangue espumante de meu frenesi.</p>
<p>3. Ó Tu enevoada Virgem do Mundo, de quem os seios são como rubros lírios empalidecendo diante do sol; embala-me no berço de Teus braços, de modo que o murmúrio da Tua voz possa adormecer-me à um sono como uma pérola perdida nas profundeza do silente mar.</p>
<p>4. Ó tu riso de tom víneo de melancolia desmaiante, que és como um desnudo fauno comprimido à morte entre os pilões do trovão; embebeda-me no êxtase da Tua música, para que assim no agarro cadavérico da minha paixão eu possa rasgar o nebuloso robe do Teu desfalecido peito.</p>
<p>5. Ó Tu libertino carregador do cálice da loucura, de quem a boca é como a alegria de milhares de milhares de beijos magistrais; intoxica-me na Tua delicadeza, de forma que o prata da Tua alegria possa celebrar como uma pérola branca-como-a-lua sobre minha língua.</p>
<p>6. Ó Tu Visão da Brancura da meia-noite, de quem os lábios são como bicudos botões de rosa deflorados pela decídua lua; cuida-me como uma gota de orvalho em Teu seio, de modo que o dragão do Teu guloso ódio possa devorar-me com sua boca de adamante.</p>
<p>7. Ó Tu efulgência do amor ardente, que persegues a aurora assim como um jovem persegue uma donzela de lábios rosados; rasga-me com os ferozes beijos de Tua boca, para que na batalha de nossos lábios eu possa ser banhado pelas fontes claras-como-neve de Tua glória.</p>
<p>8. Ó Tu touro negro num campo de garotas brancas, de quem os flancos esfumaçantes são como noite estrelada violentada nos ferozes braços do meio-dia; agita os chifres púrpureos da minha paixão, de modo que eu possa dissolver como uma coroa de fogo na confusão do Teu êxtase.</p>
<p>9. Ó Tu temível juíza de todos os homens, de quem a margem da saia bordada enrubesceu as muralhas brancas do Espaço; desvela-me o constelado mamilo do Teu peito, para que assim o leite do Teu amor possa nutrir-me à energia da Tua virgindade.</p>
<p>10. Ó Tu sedento cocheiro do Tempo, de quem a taça é a oca noite cheia da espuma da safra do dia; banha-me na chuva da Tua paixão, de modo que eu possa ofegar em Teus braços como uma língua de luz no seio púrpura da noite.</p>
<p>11. Ó Tu, opalecente Serpente-Rainha, de quem a boca é como o pôr-do-sol que é ensanguentado com o assasinato do dia; segura-me nas chamas rubras dos Teus braços, de modo que aos Teus beijos eu possa terminar como uma bolha na espuma de Teus deslumbrantes lábios.</p>
<p>12. Ó Tu Odalisca do palácio da terra, de quem as vestes são perfumadas e apaixonantes como as flores da primavera em clareiras ensolaradas; enrola-me no doce perfume do Teu cabelo, para que assim Teus cachos de ouro possam untar-me com o mel de um milhão de rosas.</p>
<p>13. Ó Tu viril guerreiro entre os jovens, de quem os membros são como espadas de fogo que são fundidas na fornalha da guerra; coloca teus gelados beijos em meus lábios incandescentes, de modo que a tolice de nossa paixão possa nos entrelaçar à Coroa de eterna Luz.</p>
<p>Ó Glória à ti pelos Tempos<br />
e por todo o Espaço: Glória,<br />
e Glória sobre Glória,<br />
Eternamente. Amen,<br />
e Amen, e<br />
Amen.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/deusmenino.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/deusmenino.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/deusmenino.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/deusmenino.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=8&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Tesouraria de Imagens [169 Adorações]</title>
		<link>http://deusmenino.wordpress.com/2007/07/20/a-tesouraria-das-imagens-169-adoracoes/</link>
		<comments>http://deusmenino.wordpress.com/2007/07/20/a-tesouraria-das-imagens-169-adoracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 18:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Magick]]></category>

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		<description><![CDATA[O Capítulo conhecido como Os Cento e Sessenta e Nove Gritos de Adoração e da sua Unidade Eu adoro a Ti pelos Cento e Sessenta e Nove gritos de Adoração e pela sua Unidade. Ó Tu Dragão-príncipe do ar, que estás embebedado pelo sangue dos pores-do-sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO! Ó [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=9&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>O Capítulo conhecido como<br />
Os Cento e Sessenta e Nove Gritos de<br />
Adoração e da sua Unidade</strong><br />
Eu adoro a Ti pelos Cento e Sessenta e Nove gritos de Adoração e pela sua Unidade.</p>
<p>Ó Tu Dragão-príncipe do ar, que estás embebedado pelo sangue dos pores-do-sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Unicórnio da tempestade, que estás elevado acima do ar púrpura! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu espada flamejante da paixão, que estás abrandado na bigorna da carne! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu lamacenta luxúria do túmulo, que estás enrolada nas raízes da árvore! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu esfumaçada espada de chama, que estás enterrada nas entranhas da terra! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu perfumado bosque de videiras selvagens que és pisoteado pelos brancos pés do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dourado feixe de desejos, que estás atado por um belo filete de papoulas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fundido cometa de ouro, que és visto através do cristal do Espaço do mago! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu aguda música do eunuco, que és ouvida por detrás da cortina da vergonha! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu brilhante estrela da manhã, que és posta entre os seiso da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu descoberto olho do mundo, que és visto através do véu de safira do espaço! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sorridente boca da aurora, que estás liberada do riso da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ofuscante ponto-estelar da esperança, que queimaste sobre os oceanos do desespero! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu desnuda virgem do amor, que és capturada numa rede de rosas selvagens! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>O tú pequena torre de ferro da morte, que estás enferrujada com o brilhante sangue da morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu borbulhante cálice de vinho da alegria, que espumejas como o caudeirão do assassinato! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu, gélida pegada da lua, que estás traçada nas veias da ônix! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu frenético caçador do amor, que és assassinado pelos tortos chifres da luxúria! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu congelado livro dos mares, que estás engravado pelas espadas do sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu relampejante opala de luz, que estás envolta nos robes do arco-íris! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu púrpura névoa das colinas, que escondeste pastores da libertina lua! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu suave lamento de moças desfalecentes, que és capturado nos fortes choros do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu passageiro sorriso de deleite, que fugiste com os golpes de lança da aurora! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dourado vinho do sol, que estás derramado sobre os escuros seios da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fragância de doces flores, que estás flutuando sobre os campos azuis do ar! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu poderoso baluarte da fé, que resististe à todas as brechas da dúvida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu chifre de prata da lua, que feriste o rubro flanco da manhã! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cinzenta glória do crepúsculo, que és o hermafrodita triunfante! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sedenta boca do vento, que estás enlouquecida pela espuma do mar! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cama de desejos de pétalas-de-rosa, que estás dobrada pela vinha e o abeto! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu pássaro-doce rio de Amor, que piaste sobre as ásperas gostosuras da Vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dourada rede de estrelas, que és cingida pelos seios frios da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu louco redemoinho de riso, que és complicado nas selvagens travas da tolice! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu branca mão da Criação, que seguraste a cabeça agonizante da Morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu púrpura língua do Crepúsculo, que lambes o reluzente leite do Dia! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu raio da Ciência, que flamejaste das núvens escuras da Magia! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rosa rubra da Manhã, que brilhaste no âmago da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu flamejante globo de Glória, que estás pego nos braços do sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu seta prateada da esperança, que és atirada do arco do arco-íris! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu estrelada virgem da Noite, que és tensionada aos braços da manhã! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu soldado armado de espada da vida, que és sugado pela areia movediça da morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sopro bronzeado do trompete, que rolas sobre lanças revestidas de esmeralda! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu névoa opala do mar, que és sugada pelos raios do sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu verme rubro da formação, que estás erguido pela branca flor do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu poderosa bigorna do Tempo, que derramaste as brilhantes chispas da vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cobra vermelha do desejo, que estás desencapada pelas mãos das meninas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu encurvada onda de alegria, de quem os dedos acariciam os membros do mundo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu águia esmeralda da Verdade, que estás assentado sobre a vasta árvore da vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu solitária águia da noite, que bebeste dos úmidos lábios da lua! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu filha selvagem do Caos, que és arrebatada pelo forte filho da lei! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fantasmagórica noite de terror, que és abatida no sangue da aurora! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu néctar-de-papoula do sono, que estás enroscado no tranquílo útero do repouso! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ardente raptura de meninas, que brincas no por-do-sol da paixão! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fundido oceano de estrelas, que és uma coroa para a fronte do dia! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu pequeno riacho nas colinas, como uma víbora entre os seios de uma menina! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu poderoso carvalho da magia, que estás enraizado na montanha da vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cintilante rede de pérolas, que estás tecida das ondas pela lua! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu promíscua lâmina da espada da vida, que estás embainhada pela prostituta chamada morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu espírito trajado-de-névoa da primavera, que estás desnudo pelas mãos do vento! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu doce perfume do desejo, que estás flutuante pelos vales do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cintilante cálice de vinho da luz, de quem o espumar é o sangue do coração das estrelas, Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu espada prateada da loucura, que foi forjada através da pilha da vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu encapada águia da noite, que estás farta nas entranhas do dia! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu arco pérola-cinza do mundo, de quem a pedra angular é o êxtase do homem! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rede sedosa de movimento, que estás soprada através dos átomos da matéria! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu precipitadamente aspergido limiar da alegria, que és perdido nas areias movediças da razão! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu visão selvagem da Beleza, mas meio vista entre as cúspides da lua! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu núvem pérola do pôr-do-sol, que és capturada na mão de um assassino! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rica nostalgia de repouso, que estás comprimida do botão da papoula! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu grande rocha de raptura, que levaste abaixo as montanhas da alegria! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu exalador dos ventos, que estás capturado nas redes de pesca da razão! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu peito púrpura da tempestade, que estás cicatrizado pelos dentes da iluminação! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Pilar de espuma fosforescente, que Leviatã derramou das narinas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu música da harpa da vida, que cantaste a perfeição da morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu velado feixe de estrelas, que estás enroscado nos cachos da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu escudo luminescente do sol, como um disco arremessado pela mão do Espaço! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu lascivo grito de riso, que echoaste entre as tumbas da morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu infalível jarro de alegria, que estás cheio com as lágrimas dos caídos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ardente luxúria da lua, que estás trajada na névoa do oceano! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu medida única de todas as coisas, que estás barrado da grande ordem dos mundos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu frágil virgem do Eden, que estás capturada pela morada do Inferno! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu escura floresta de maravilha, que estás enrolada numa dourada rede de orválho! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu torturado berro da tempestade, que estás envolto pelas folhas dos bosques! Eu te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ofuscante opala de luz, que flamejas no crânio esfarelante do espaço! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu faca rubra da destruição, que estás embainhada nas entranhas da ordem! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu tempestoso-embriagado respirar dos ventos, que ofegas no peito das montanhas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sonoro síno do regozijo, que foi batido pelo martelo do innfortúnio! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rosa rubra do pôr-do-sol, que feneceste no altar da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu brilhante visão dos raios solares, que queimaste numa jarra de topázio! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu virgem lírio da noite, que brotaste entre os lábios de um cadáver! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu leme azul de destruição, que és alado com as luzes da loucura! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu voz dos altos mares, que tremeste no cinza do crepúsculo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>O Tu desvelador do céu, de asas rubras como uma águia ao nascer-do-sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu enroscante língua de chama rubra, sedenta no mamilo da minha paixão! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cavaleiro do sol, que esporaste os sangrentos flancos do vento! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dançarina de unhas douradas, que destrançaste o cabelo estelar da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu enlurada pérola de raptura, presa permanentemente na mão prateada da Aurora! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu libertina mãe do amor, que és senhora das crianças dos homens! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fonte carmesim do sangue, que derramaste do coração da Criação! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu guerreiro olho do sol, que atiraste morte do berilino Abismo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu caldo infernal de ódio da Bruxa, que ferveste no caudeirão branco do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Faixa de Luzes do Norte, que amarraste os cachos diabólicos da noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>O Tú rubra espada do Crepúsculo que estás enferrujada com o sangue do meio-dia! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sacrificador da Aurora, que vestes a casula do pôr-do-sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu olho injetado em sangue da iluminação, brilhando sob a fronte do trovão! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sólida Coroa do Nada, que circundas a destruição dos mundos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu sanguinário redemoinho de luxúria, que estás livrado pelo primeiro beijo de amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu maravilhoso cálice de luz, levantado pelas Ménades da Aurora! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fecunda opala da morte, que faíscaste através do mar da madre-pérola! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rosa carmesim da Aurora, que estás atada às travas obscuras da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu mamilo rosado do Ser, profundamente impulsionado na boca negra do Caos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu vampira Rainha da Carne, enrolada como uma cobra em torno das gargantas dos homens! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu delicado ninho de penas de pomba, construído entre as garras de falcão da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu concubina da Matéria, ungida com o bálsamo de amor do Movimento! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu raio revestido de fogo da Manhã, que és atirado do arco-e-flecha da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu frágil sino azul do Luar, que estás perdido nos jardins das Estrelas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu alto mastro de naufragante Chaos, que estás coroado pela branca lâmpada do Cosmos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu como-pérola pálpebra do Dia, que estás fechada pelo dedo da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu selvagem revolucionário das Colinas, empalidecendo sobre a palidez da Terra! Eu Te adoro, Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu enluarado pico de prazer, que estás coroado por línguas de víboras de chamas bifurcadas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu lúpica cabeça dos ventos, que aterrorizas a branca-como-neve ovelha do inverno! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ninfa coberta do orvalho da Aurora, que desfaleceste nos braços sátiros do Sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu louca morada de beijos, que estás iluminada pela gordura de inimigos assassinados! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dormente luxúria da Tempestade, que és cheia de chamas como uma pedra repleta de fogo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu suave orvalho da Noite, que estás embebedado pela neblina da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ferido filho do Ocidente, que jorraste Teu sangue aos céus! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu torre ardente do fogo, que estás eregida no centro dos mares! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu inostálgico orvalho, que estás úmido sobre os lábios da Manhã! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu crescente prata do amor, que queimaste sobre o leme escuro da Guerra! Eu Te adoro, Evoé! Eu te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu carneiro branco como a neve da Aurora, que és assassinado pelo leão do meio-dia! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu ponta de lança carmesim da vida, que és golpeante às escuras vísceras do Tempo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu negra calha da Morte, que rodopiaste, inundaste o alto navio da Vida! Eu te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu poderosa corrente de eventos que estás esticada entre Cosmos e Caos! Eu te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu elevante onda de luxúria, que estás amontoada pelos peitos lunares da juventude! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu serpente-coroa de luz verde, que estás enrolada ao redor da fronte da Morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu nostalgia carmesim da Vida, que estás derramado na jarra do Túmulo! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Oceano sem ondas da Paz, que dormiste sob o coração selvagem do homem! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rodopiante saia das estrelas, que estás envolvida em torno dos membros do AEthyr! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cálice branco como neve do Amor, tu estás cheio das rubras luxúrias do Homem! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fragante jardim da Alegria, firmado entre o peito da manhã! Eu Te adoro Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu fonte de Vida como pérola, que emanaste na côrte negra da Morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu cão de caça malhado da Noite, com teu focinho ao sabujo do Pôr-do-Sol! Eu te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu leprosa garra do demônio, que seduziste o bebê de seu casto berço! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu palavra assassina da lei, que estás escrita na ruína de terremotos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu tremente seio da noite, que cintilaste com um rosário de luas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Santa Esfinge do renascimento, que contraíste no deserto negro da morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu diadema dos sóis, que estás amarrada desta rubra rede de mundos! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu capturado rio da lei, que derramaste o arcano da Vida! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu bruxelante língua do dia, que és sugada nos lábios azuis da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Abelha Rainha da colméia dos Céus, que untaste tuas coxas com o mal do Inferno! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu dragão escarlate da chama, capturado na rede de uma aranha! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu mágico símbolo da luz, que estás congelado no livro negro do sangue! Eu Te adoro, Evoé, Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu envolta imagem da Morte, que estás escondida no  caixão da alegria! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu rubro peito do pôr-do-sol, que ofegaste pela captura da Noite! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu serpente de malaquita, que regozijaste num deserto de turquesa! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu feroz redemoinho de paixão, que és sugado pela boca do sol! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu verde basílico do Inferno, que estás enrolado em torno do dedo do Destino! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu tremeluzente riso de fogo, que estás envolvido no coração das águas! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu gorila da nevasca do Ar, que arrancaste os cachos da Terra pelas raízes! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu celebrante do Espírito, que festejas no átrio da Matéria! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Vampiro da Vida de lábios rubros, que drenas sangue do Monte negro da Morte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu pequeno gracejo do Além, que és ouvido nas alamedas escuras do conhecimento! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu suavidade veranil de lábios, que brilha quente com a paixão escarlate! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu espuma de cor de pérola da uva, que estás manchada com as rosas do amor! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu frenética mão dos mares, que desenrolaste a Bandeira negra da Tempestade! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu envolto livro dos mortos, que estás selado com as sete almas do homem! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu retorcente frênezi de amor, que estás amarrado como as redes de chamas do Inferno! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu primordial anel de nascimento do pensamento, que circula o polegar da alma! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Ó Tu Cega chama do Nada, como uma coroa sobre minha fronte! Eu Te adoro, Evoé! Eu Te adoro, IAO!</p>
<p>Amen, e Amen de Amen, e Amen de Amen de Amen, e Amen de Amen de Amen de Amen.</p>
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		<title>TV Cultura apresenta ópera de Mozart</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 19:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rahoor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[A Flauta Mágica O Fortíssimo Ópera deste domingo (15/05) exibe na íntegra o espetáculo A Flauta Mágica, que foi gravado em março de 2006, no Theatro Municipal de São Paulo e traz a participação da Orquestra Experimental de Repertório e o Coral Lírico Municipal. A apresentação dessa montagem integrou o Festival Mozarteando, que celebrou os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=deusmenino.wordpress.com&amp;blog=1369787&amp;post=6&amp;subd=deusmenino&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Flauta Mágica</strong></p>
<p align="justify">O <strong>Fortíssimo Ópera</strong> deste <strong>domingo (15/05)</strong> exibe na íntegra o espetáculo <strong>A Flauta Mágica</strong>, que foi gravado em março de 2006, no Theatro Municipal de São Paulo e traz a participação da Orquestra Experimental de Repertório e o Coral Lírico Municipal. A apresentação dessa montagem integrou o Festival Mozarteando, que celebrou os 250 anos de nascimento de Mozart.</p>
<p align="justify">A montagem, feita em dois atos e narra a história de superação dos limites e a luta entre forças opostas, ambientada num universo de contos de fadas. A ópera estreou em 1791, traz um conteúdo recheado de símbolos, magia e alusões à maçonaria.</p>
<p align="justify"><strong>Sobre o programa:</strong></p>
<p><strong>Fortíssimo</strong> é o título da faixa de programação noturna da TV Cultura dedicada à música erudita e ao universo da dança aos domingos. Aqui o telespectador entra em contato com o melhor da música de concerto, da ópera e do balé. A cada domingo, o programa apresenta, na íntegra, espetáculos de dança e de balé das principais companhias do país e concertos como os da Osesp, óperas completas e recitais com artistas nacionais e internacionais.</p>
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